O deputado Danniel Oliveira, sobrinho de Eunício Oliveira, afirma que o PMDB também terá troca entre casas legislativas.
Segundo ele, o vereador Vitor Valim vai concorrer a uma vaga na Câmara Federal, juntamente com os deputados federais Mauro Benevides, Aníbal Gomes, Mário Feitoza e Danilo Forte, que tentarão reeleição.
O parlamentar comenta que Mauro Macedo, que é filho do prefeito de Juazeiro do Norte, Raimundão, também poderá se candidatar, além do presidente da Câmara Municipal, Walter Cavalcante.
A Assembleia Legislativa é um dos principais destinos dos partidos que estão buscando aumentar sua representação parlamentar ,Já para a Assembleia, Danniel afirma que ele, Inês Arruda, Carlomano Marques e Neto Nunes devem tentar reeleição. Esses dois últimos parlamentares, no entanto, poderão ter a candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa, pois já foram condenados por órgãos colegiados nos últimos dois anos.
Ainda para deputado estadual, Danniel diz que os suplentes Silvana Oliveira e Perboyre Diógenes também se candidatam, assim como o ex-prefeito de Iguatu, Agenor Neto.
Apesar de trabalhar com a ideia de aumentar as bancadas na Assembleia e na Câmara, o sobrinho de Eunício afirma que a "perspectiva maior" do partido é eleger o tio governador do Estado. Segundo ele, essa é uma "cobrança" da direção nacional do PMDB, que "vê nele uma possibilidade muito forte de se eleger". Apesar das declarações do presidente nacional do PROS, Eurípedes Júnior, de que o partido deverá indicar candidato ao Governo, Danniel Oliveira comenta que o PMDB espera contar com o apoio de Cid e de outros partidos da base aliada, entre eles o PT.
Outra legenda que também espera ter o apoio das siglas que compõem a atual base aliada de Cid Gomes é o PCdoB. O presidente do partido, Luís Carlos Paes, diz que a legenda não cogita outra alternativa que não seja reeleger Inácio Arruda senador - vaga que o PT também quer. De acordo com Paes, a reeleição de Inácio faz parte da "estratégia nacional" do PCdoB de eleger três senadores e o governador do Maranhão, como uma "contrapartida mínima" ao apoio que o partido está dando para reeleição de Dilma e de candidatos a governador de outros estados.



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