O nome do futuro treinador da seleção brasileira deve ser divulgado até terça-feira (22). O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, disse nesta quinta-feira (17), em entrevista coletiva, que as negociações estão em andamento e que o profissional escolhido terá de participar de um trabalho integrado. “Aqui ninguém será mais importante. O treinador não será a peça mais importante. Será uma das peça que irão decidir os destinos da seleção brasileira”, aflrmou Marin.
O novo coordenador-geral de seleções, Gilmar Rinaldi, cujo nome foi anunciado na entrevista coletiva, evitou falar sobre os candidatos ao cargo.
Rinaldi disse que a CBF pretende manter sempre atualizado o treinador da seleção e, por isso, viajará com ele para assistir a partidas e treinamentos de clubes e seleções estrangeiros e trocar informações com outras instituições. “Vamos interagir com outros treinadores, que querem saber o que fazemos, e precisamos saber o que é feito no mundo. Ninguém precisa copiar ninguém, mas temos que adaptar esses métodos bem-sucedidos a nosso estilo e nossa cultura.”
Marin negou que a CBF vá iniciar agora a reestruturação do futebol brasileiro, Para ele, isso não é correto, porque o trabalho já está sendo feito há um ano e meio, desde que o ex-jogador Alexandre Gallo foi convidado para coordenar as categorias de base da seleção, com meta de vitória nas Olimpíadas de 2016.
A partir de agora, durante um ano, todos os atletas convocados para as seleções de base terão aulas de inglês e farão visitas ao Museu da CBF para conhecer a história do futebol brasileiro, informou Gallo. Ele lembrou que os resultados que a Alemanha vem conquistando, incluindo o título de campeã mundial de 2014, são fruto de um trabalho de anos, principalmente nas categorias de base. Gallo disse que, atualmente, a seleção alemã conta com 20 jogadores prontos para o próximo Mundial.


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